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sábado, 14 de janeiro de 2012
Mais Uma Vez
Mais Uma Vez, de Flavio Venturini e Renato Russo, numa gravação em que ambos os autores dividem os vocais, foi originalmente lançada em 1987 no disco Sete, da banda 14 Bis, da qual Venturini era integrante. Anos depois, o produtor Nilo Romero, no processo de remixagem dessa gravação para incluí-la no disco Renato Russo Presente (2003), encontrou um canal de voz em que Renato cantava a música na íntegra, a partir do qual foi feito então um novo arranjo instrumental, que conta com a participação do próprio Romero (baixo e violão aço), além de Jongui (bateria), Sacha Amback (teclados), Billy Brandão (guitarras) e Paulinho Moska (violões nylon e 12 cordas). Já na gravação de 1987 participam Magrão (violão, baixo e vocal), Vermelho (violão, teclados e vocal), Flavio Venturini (violão, teclados e vocal), Claudio Venturini (violão, guitarra e vocal) e Heli Rodrigues (bateria e percussão).
Mais Uma Vez
Flavio Venturini e Renato Russo
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Áudio Renato Russo e demais músicos
Áudio 14 Bis e Renato Russo
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
A Seta e o Alvo
A Seta e o Alvo
Paulinho Moska e Nilo Romero
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Vídeo Paulinho Moska
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