Mostrando postagens com marcador Cazuza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cazuza. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Malandragem
Cássia Eller: 10 anos depois...
Malandragem
Cazuza e Frejat
Quem sabe eu ainda
Sou uma garotinha
Esperando o ônibus
Da escola, sozinha
Cansada com minhas
Meias três quartos
Rezando baixo
Pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe
Virou um chato
Que vive dando
No meu saco
Quem sabe a vida
É não sonhar
Eu só peço a deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Bobeira
É não viver a realidade
E eu ainda tenho
Uma tarde inteira
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Pra cantar
Vídeo Cássia Eller
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Blues da Piedade
Blues da Piedade
Cazuza e Roberto Frejat
Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm
Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar
Fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem
Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar o blues
Com o pastor e o bumbo na praça
Vamos pedir piedade
Pois há um incêncio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade
Áudio Cazuza
sábado, 10 de setembro de 2011
Luz Negra
Luz Negra
Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
Mas não consigo achar ninguém
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Tô chegando ao fim
A luz negra de um destino cruel
Ilumina um teatro sem cor
Onde eu tô representando o papel
Do palhaço do amor
Vídeo Cazuza
Marcadores:
Amâncio Cardoso,
Cazuza,
Nelson Cavaquinho
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Bilhetinho Azul
Bilhetinho Azul
Cazuza e Frejat
Hoje eu acordei com sono
Sem vontade de acordar
O meu amor foi embora
E só deixou pra mim
Um bilhetinho todo azul
Com seus garranchos
Que dizia assim:
"Xuxu, vou me mandar
É, eu vou pra Bahia
Talvez volte qualquer dia
O certo é que eu tô vivendo
Tô tentando
Nosso amor foi um engano"
Hoje acordei com sono
Sem vontade de acordar
Como pode alguém ser tão demente
Porra-louca, inconseqüente
E ainda amar?
Ver o amor
Como um abraço curto pra não sufocar?
Ver o amor
Feito um abraço curto pra não sufocar
Áudio Barão Vermelho
Marcadores:
Barão Vermelho,
Cazuza,
Frejat
Azul e Amarelo
Azul e Amarelo
Lobão, Cazuza e Cartola
Anjo bom, anjo mau
Anjos existem
E são meus inimigos
E são amigos meus
E as fadas
As fadas também existem
São minhas namoradas
Me beijam pela manhã
Gnomos existem
E são minha escolta
Anjos, gnomos
Amigos e amigos
Tudo é possível
Outra vida futura, passada
Viagens, viagens
Mas existem também drogas pra dormir
E ver os perigos no meio do mar
No sono pesado, tudo meio drogado
Existem pessoas turvas, pessoas que gostam
E eu tô de azul e amarelo
De azul e amarelo
Senhores deuses, me protejam
De tanta mágoa
Tô pronto para ir ao teu encontro
Mas não quero, não vou, não quero
Não quero, não vou, não quero
Áudio Cazuza
Áudio Lobão
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Preciso Dizer Que Te Amo
Cazuza: 21 anos depois
Preciso Dizer Que Te Amo
Cazuza, Dé e Bebel Gilberto
Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo
Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo
Tanto
E até o tempo passa arrastado
Só pr’eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser seu amigo
É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto
Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando cada gesto teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira
Áudio Bebel Gilberto & Cazuza
Codinome Beija-Flor
Cazuza: 21 anos depois
Codinome Beija-Flor
Cazuza, Ezequiel Neves e Reinaldo Arias
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor (nunca)
Pra qualquer um na rua, Beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Áudio Cazuza
Marcadores:
Cazuza,
Ezequiel Neves,
Reinaldo Arias
Faz Parte do Meu Show
Cazuza: 21 anos depois
Faz Parte do Meu Show
Cazuza e Renato Ladeira
Te pego na escola
E encho a tua bola
Com todo o meu amor
Te levo pra festa
E testo o teu sexo
Com ar de professor
Faço promessas malucas
Tão curtas quanto um sonho bom
Se eu te escondo a verdade, baby
É pra te proteger da solidão
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Confundo as tuas coxas
Com as de outras moças
Te mostro toda a dor
Te faço um filho
Te dou outra vida
Pra te mostrar quem sou
Vago na lua deserta
Das pedras do Arpoador
Digo "alô" ao inimigo
Encontro um abrigo
No peito do meu traidor
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Invento desculpas
Provoco uma briga
Digo que não estou
Vivo num clip sem nexo
Um pierrô-retrocesso
Meio bossa nova e rock 'n' roll
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Vídeo com depoimento de Cazuza
Todo o Amor Que Houver Nesta Vida
Cazuza: 21 anos depois
Todo o Amor Que Houver Nesta Vida
Cazuza e Roberto Frejat
Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
Vídeo Cazuza
Assinar:
Postagens (Atom)







